Imaginário dos Caminheiros

...os caminheiros serão os ZULUS (Bravos, e fortes guerreiros)

“Pouco tempo depois,ouvi ao longe um som que, a princípio, pensei ser um orgão a tocar numa igreja e que nós estavamos a aproximar de um local missionário situado no cume da colina.”

“Mas quando chegamos ao topo, vimos três longas filas de homens a marchar, uns atrás dos outros, na nossa direcção a partir do vale e a entoarem um hino maravilhoso à medida que marchavam”

“Tanto o que vimos como o que ouvimos foi extremamente impressionante. Os próprios homens pareciam esplêndidos. Regra geral eram indivíduos magros, fortes e musculados, com caras alegres e bem-parecidas de tom bronze forte e elegantemente enfeitados com penas, peles e rabos de boi.”

"O seu vestuário era parco e os seus corpos castanhos estavam polidos com óleo, fazendo com que se parecessem com estátuas de bronze."

“As suas cabeças estavam cobertas com plumas de avestruz e usavam ondulantes kilts de rabos de raposa e tiras de pêlo; à volta dos joelhos e cotovelos haviam atado rabos brancos de boi, indicando que se dirigiam para a guerra.”

“Transportavam no braço esquerdo enormes escudos de pele de boi, tendo cada regimento escudos de uma cor especial, enquanto na mão direita levavam duas ou três azagaias para arremessar contra o inimigo e também uma azagaia com uma lâmina larga na ponta que guardavam para o combate corpo-a-corpo; à cinta estava pendurado um maço ou machado para os golpes finais.”



BADEN-POWELL também conheceu os ZULUS

Em 1888, participou numa campanha militar para capturar o rei Dinizulu, filho do entretanto falecido Cetshwayo, que se tinha revoltado contra os Britânicos.

Deste contacto com os ZULUS, B-P trouxe para o Escutismo as contas da Insígnia de Madeira e o cântico “Ingonyama”.



Ver imaginário geral do XIV ACAREG